Hospital São Paulo, da Unifesp, recebe 31 leitos de UTI em meio ao avanço da Covid-19

Ação conjunta entre BTG Pactual, Arteris, Eurofarma e Península vai permitir o aumento de 43% na capacidade de internação e atendimento à pacientes graves

Foto: Departamento de Comunicação Institucional da Unifesp

 

O Hospital São Paulo, hospital universitário da Universidade Federal de São Paulo (HSP/HU Unifesp), acaba de inaugurar 31 leitos de UTI para o atendimento aos pacientes com coronavírus em estado grave. A iniciativa, que dá suporte em um momento crucial do avanço da pandemia, é um esforço coordenado entre as empresas Arteris, BTG Pactual, Eurofarma e Península. Juntas, as empresas levantaram R﹩ 3,5 milhões destinados especificamente para esta ação de combate à covid-19. Os novos leitos já entram em operação a partir desta quarta, 3.

Com a iniciativa, o hospital terá um aumento de 43% na capacidade instalada para atendimento na UTI voltada exclusivamente para pacientes de covid. “Sairemos de 71 leitos para 102 leitos, um aumento significativo que vai nos recolocar a uma taxa de ocupação mais tranquila em relação à taxa atual, que beira 90%. É sabido que a maior necessidade em todos os lugares que combatem o novo coronavírus é por leitos de UTI, que representam o grande gargalo nesse enfrentamento. Com essa doação, ganhamos um valioso reforço”, destaca José Roberto Ferraro, superintendente do Hospital São Paulo.

Ferraro ressalta que a criação de novos leitos de UTI envolve um processo complexo e uma série de estrutura física, de equipamentos e de equipe multiprofissional. “Com o investimento de recursos e com a agilidade proporcionada pela iniciativa privada, conseguimos compor, junto com a universidade, uma força capaz de viabilizar essa importante ampliação em poucos dias. Quem ganha é a população, a quem todo esse esforço se destina.”

Além da entrega de equipamentos hospitalares como ventiladores pulmonares (popularmente conhecidos como respiradores), monitores cardíacos e cardioversores, as empresas também estudam um possível subsídio na contratação de profissionais da saúde, como médicos e técnicos de enfermagem.

Fonte: Unifesp, por meio da assessoria de imprensa

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