Edição 42 – Confira na edição de Mai/Jun da Revista Feridas

A Estomaterapia no Brasil

 

Capa da Revista Feridas Edição 42

Conhecida  como uma especialidade exclusiva do enfermeiro, a estomaterapia vem crescendo muito nos últimos anos e ganhando espaço na área da saúde. Hoje, o estomaterapauta é reconhecido pela equipe de saúde e tem adquirido grande destaque na sociedade de maneira geral.

A estomaterapia surgiu na década de 1950 na Cleveland Clinic, nos Estados Unidos da América. No Brasil, a especialidade surgiu em 1990 na Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo e esse ano (2020) completa 30 anos.

Pode-se dizer, com certeza, que a estomaterapia brasileira é composta por especialistas dedicados que buscam por melhorias na sua prática, independe ou institucional, e que muitas instituições de saúde já possuem serviços especializados de estomaterapia e até cargos de enfermeiros estomaterapeutas. Além disso, algumas conquistas também fazem parte da trajetória da estomaterapia no Brasil, como a Portaria 400 do Ministério da Saúde, que define as orientações gerais para atenção à saúde das pessoas com estomias no Brasil.

Nesta edição trazemos um artigo do enfermeiro estomaterapeuta José Antonio G. Silva que fala sobre a estomaterapia e a importância da atuação do profissional de enfermagem no suporte clínico e emocional de pacientes.

No conteúdo científico apresentamos uma revisão integrativa sobre a intervenção percutânea coronária e curativos por lesões de pele em sítio de punção, um editorial que fala sobre o cateterismo intermitente e uma nova geração de cateteres hidrofílicos, além de um estudo  sobre protocolo de prevenção de lesão por pressão relacionada a dispositivos médicos para profissionais de saúde na vigência da pandemia de COVID-19.

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